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11 de mai de 2009

1 Mês sem postar, e com muitas histórias a contar.

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Quase 1 mês sem aparecer por estas bandas. E o interessante é que justamente nesse tempo sem postar aqui acontaceram tantas coisas que o limite máximo de palavras que o blogspot ofereçe não seria o suficiente. Provas de concurso, saídas com amigos, tiragens exageradas de uma gráfica, correria para pegar um currículo e diploma e um pequeno trabalho de Astro-Física que ajudei meu sobrinho a fazer.  Algumas coisas passam nesse meio tempo de percebo que a frase 'Quem não comunica, se trumbiqua' tem tanto valor.

Mas que tem maior peso, para mim, ainda foi uma certa viagem a Mossoró, é... quem diria... uma cidade tão 'quente' iria gelar esse blogueiro. E como o foco é esta viagem, escrevo com textos. Uma crônica sobre aquele lugar, e abaixo dele. Algumas imagens peculiares que reforçaram o texto, vejam...e boa leitura. Depois, voltaremos com a nossa programação normal. Se existisse alguma....



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A ALEGRIA QUE

HARMONIZA A SENERIDADE.

 

01 de maio de 2009

Natal, RN. - 6:25 da manhã.... dia nublado

Caro diário

E companheiro de batalhas e jornadas.

 

Hoje, poderei mudar muito os rumos de minha vida. A jornada que realizarei tão longe de meu segundo berço não será apenas para descansar e aliviar o stress da cidade grande. Se fosse este o motivo, faria aqui mesmo nessa casa ou nessa cidade, pois conheço lugares sumidos e distantes que o simples ver de um pôr-do-sol poderia deixar milhares de pessoas admirando aquele ‘milagre da vida’. Poderia me dedicar ainda mais a meus estudos ou trabalho e me tornar um melhor profissional, mas isso acabaria por aumentar o stress de minha alma que não clama experiência.

 Poderia ser até mesmo ter o domingo agradável com amigos em uma sessão de RPG da qual tanto gosto e jogo com meu Elfo Mago de nível 5 / Guerreiro de Nível 5 / Trovador da Espada de Nível 3. Seria com certeza divertido, porém a minha vida teria muita diversão, mas não o que anseio nesse momento. Conhecer a pessoa que talvez seja a ‘pessoa só para mim’, como diria o anime Chobits.

E essa viagem, a qual tanto anseio e me amedronta. O meu tipo de vida em busca de um sentimento, cujo mesmo que achava ter perdido a vontade de procurá-lo. Essa mesma emoção foi aquilo que quase me fez sentir o gosto sepulcral da morte e seu toque me convidado a entrar em uma escuridão. Mas esse mesmo sentimento é aquele que me faz ser diferente e a base da minha criatividade.

Sem esse mesmo sentimento, vindo da fonte de meus amigos e companheiros, ter acompanhado a dama morte e estar envolvido em seu manto negro. E não estar aqui escrevendo essa carta, aprendi a não usar mais esse sentimento contra ninguém, não mais o tendo por nenhuma pessoa. Até uma jovem de olhos negros, profundos e de um sorriso tão belo começou a minar minha resistência, e aquele clima mútuo de intimidade acabou nos aproximando até um desejar ver o outro nos olhos, até esse exato momento.

Será que atenderei as suas expectativas? Ela poderá pensar alguma coisa errada de minha pessoa? Será que seria bom ou ruim demais para essa garota que tanto me faz sonhar e a desejar a ter mesmo que por apenas um único momento, em um único abraço e em um único beijo fundi minha alma a sua? Tudo bem, essa última, mas é sempre bom exaltar o desejo de seu corpo e alma em palavras, nem que fique exagerado.

Então, antes de fechar esse notebook e guardar essa carta, espero que saiba o que estou fazendo. Que Gautama me ilumine, e minhas chamas queimem a centelha de minha alma. Pois a minha viagem atrás do sentimento perdido, espero começar nesse exato momento. E que desse momento, que mude muito a minha louca vida.

O sentimento perdido e esquecido de minha vida? Amor...

 

De um jovem Jornalista e Designer.

Lucas,o  Kyo

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Parte 1 – A caminhada do cinema.


             O som do despertador para acordar às 5 horas da manhã não fazia a mente do jovem kusanagi dormir. Até mesmo não conseguir fechar os olhos para a nova jornada que percorreria ainda amedrontara seus sonhos. Não sabia ao certo porque não conseguia dormir. Os seus olhos castanhos pareciam se tornar negros enquanto via aquele ponteiro do relógio chegar as 5 horas e 30 minutos.

“Será que atenderei as suas expectativas?”. Cretinas palavras, cada sopro de vida que seu corpo dava, mais seus olhos tentavam não controlar seus pensamentos. E menos o sono cada vez menos ousava pairar em sua mente. Mesmo no fim da noite anterior, o jovem Kyo ainda recebe a ligação de amigos para sair. Pegar um cinema para ver o filme “X-Men: Origns – Wolverine”, na tentativa de tirar aquela apreensão. Sair do cinema às 1 da manhã e voltar 2 km a pé para sua casa até mesmo o fazia rir e esquecer um pouco essa apreensão. Alguns achariam um programa de índio, mas para ele serviria para aliviar tanto seu stress de uma semana cheia de trabalho como a mente que ainda sonhara com o dia de amanhã.

“Olha só... o nosso amigo Kyo vai a Mossoró atrás de algo ou alguém?”, contestava Eduardo, um dos amigos do jovem Designer. O que em humor e piadas lhe faltava em tamanho. Um pequeno divertido que sempre adorava tirar sarro com o Kusanagi. “Não não, Little Wolf. Será apenas um dia de descanso”, ainda tentava enganar seu amigo, sem sucesso. Seu rosto um pouco vermelho e sem graça não enganava aquela pessoa de 1 metro e meio que ficara rindo a toda hora. E isso durou pelas quase 2 horas de caminhada que tivera.

Até chegando em casa, olhando o pequeno papel na mesa junto a seus óculos com uma mala toda pronta e organizada. De vez em quando olhava a bolsa para ver se matava esse tempo de insônia... sempre vendo as mesmas coisas.

“Roupas, Ok

“Presentes, Ok

“Itens de higiene e limpeza, Ok”

“Coisas de Otaku, lentes de contato e orelhas de gato, Ok.”

“Pôster do Kyo Kusanagi, Ok”

“Presente surpresa, Ok”

“Noteb...hummm”

           

“Não leve nada muito caro, se você perder na viagem”, ainda escutava seu pai falar alto enquanto fechava o portão, botava a bolsa nas costas e caminhava em direção ao terminal de ônibus. E enquanto subia para o ônibus, ainda observara um certo movimento no bairro da Ribeira, o seu bairro vizinho e Boêmio. Enquanto um grupo bem ‘chapado’ e sob forte efeito de álcool  subia no ônibus revelara que havia acontecido uma festa de forró naquele bairro. “Eu mereço...” ainda falava o jovem Kyo vendo uma das pessoas ser botada a fora pelo motorista do ônibus de tão alto estava o nível de sangue no álcool desta.

Trinta minutos. Tempo de chegada até o tênis preto tocar no chão da Rodoviária. Ainda esperava seus dois amigos chegarem atrasados na parada. Vendo uma pequena garotinha ser derrubada por uma roleta na rodoviária.

Agora não tinha mais volta, como nem ele mesmo desejava esse retorno. “Heaven or Hell, I’ve go to this unknow land”.           

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Parte 2 – Ônibus, Carros, Gatos, e uma pequena mulher.


O celular tocando as 9 horas da manhã, seguida de uma manhã carregado de nuvens cinzas dava um clima sombrio ao Pico do cabugi. Onde em um posto perto do lugar, um casal de gatos que corriam por aonde aquele garoto de cabelos grandes negros que chegava para lanchar em Lages e cada. Aquele clima de cidade do interior, um cenário verde e paradisíaco, fazia que o Kyo ver sua infância voltasse a seus olhos. Imagens de quando ele era apenas uma criança em uma bicicleta correndo pelas granas e estrada de asfalto e barro de Angra dos Reis - RJ. Como seu uma imagem projetada na sua cabeça o levasse de volta ao passado, a uma infância quase perdida.

Logo após a sua infância passar na sua cabeça, Lucas parava para olhar o casal que o acompanhava até Mossoró. Por um leve momento lembra-se da cena deles chegando quase atrasados para embarcar, onde vi a pequena garota ser quase derrubada pela roleta que acabara de passar, o que arrancou-lhe uma risada bem alta.‘Kyo, tu me paga por isso!’, ainda falava aquela pequena menina, seguido de um pequeno chute na perna do Kyo que pulava em uma perna só por quase 5 minutos.

Orphen e Ana realmente fazia um belo casal já faz um ano, o que em parte até causava uma certa inveja no Designer. Não saberia se em Mossoró conseguiria a mesma coisa... ou pelo menos, o mesmo desejo.

Era olhando aquela cena e voltando para o ônibus. Parecia que o jovem felino ficara admirado a cada pedaço que via no caminho, mesmo com os dedos ainda estalando enquanto a música “Poison” era harmonizada na minha mente. E nisso, ainda via aquele casal que o acompanhara para sua jornada a Mossoró se beijando. Aquele clima de amor até o fazia pensar se ele conseguiria isso. Tanto pensando e sonhando que nem percebia a presença do seu amigo Orphen chegando perto dele. Ele mesmo observara cada pedaço daquele lugar com uma certa imagem feminina na cabeça.

- Ainda apreensivo Kyo? Parece que seu olhar não fica quieto em nenhum lugar. Falava Orphen chegando perto da sua cadeira. - Um pouco Orphen, aquela sensação de não saber se apreenderei as expectativas de minha Joy-sama... Às vezes isso me vem à cabeça. Relatava Kyo olhando para a janela.

            Orphen ainda observara seu amigo, se a intenção era de mostrar cada pedaço de sensibilidade e tentar compreender o seu amigo, ele em parte estava tentando. Mesmo aqueles óculos também pareciam perceber como aquela viagem para seu amigo não era apenas um descanso semanal, mas sim uma chance que ele lutara há tempos. Mesmo recheados a brincadeiras como ‘Tenha medo’ até os faziam rir. Mas não dessa vez, onde ele percebia aquela certa apreensão em seu amigo. Isso era muito importante para ele.

E assim se procederam por quase 4 horas, mesmo com aquele trio falando besteira dentro do ônibus. Com só os olhos da pequena ‘Torta’, como era apelidada a namorada do Orphen, olhando aquela sequência alucinante de ‘Le Parkour’ (Filme de ação com perseguição tipo ‘polícia VS ladrão’). Tudo até chegar em uma cidade úmida, chuvosa e nublada. O que era estranho para Mossoró, já que ela chamada ‘carinhosamente’ pelos moradores de Inferno.

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         Parte 3 – Dois olhos negros


             Enquanto ainda chegava na casa do seu amigo Hilário, ainda observara e guardava sua bagagem no armário. Até mesmo levar o susto de um grande cachorro no quintal do seu amigo e ver aquele animal rosnar e pular na grade como se quisesse atacar aquele ser estranho que acabara de ver. Os pais do seu amigo Orphen até mesmo sorriam e achavam aquele novo morador com eles engraçado e prestativo, mesmo tendo suas horas de preocupação quando ficava prendado e dedicado em algo.

            Agora que chegara em Mossoró, Kyo lembrava de ligar para o povo da sua casa, só para dizer que acabara de chegar em plena forma. E também era hora de avisar a sua amada, que também o ‘gato já havia chegado a Mossoró city’. Bem, ao mesmo ouvir a voz dela no celular era empolgante e temeroso. Empolgante por saber que aquela voz logo seria ouvida pessoalmente, Temeroso por não saber como seria a reação de ambos ao se verem pela primeira vez.

            E logo chegando na casa, tratou de tomar um banho. Queria tirar aquele suor e cansado do corpo. Voltando ainda molhado e com uma bermuda e camiseta preta, estampando um desenho de uma valkyria nas costas da camisa. Ainda voltando para tomar café bem forte e olhando para frente, escutava aquela voz conhecida. Por um momento, a sua alma gelou. Sentiu sua mão por uma pequena fração de segundos perder a força e quase deixar aquela xícara que segurava com as duas mãos cair.

A rápida fraqueza do corpo percorreu sua alma que parecia ter ativado ao ouvir aquela voz bela e conhecida. Era ela, o jovem Kyo sabia quem acabara de chegar mesmo estando a 4 compartimentos de distância da casa. De perfil, usando uma jaqueta azul jeans e a calça de mesma cor. A mesma camisa listrada azul e amarela, quase tipo ‘enxaqueca’ e segurando um capacete azul na mão. Por um leve momento, o filme terminou de passar... e voltou a si, aquilo era real. A pessoa que ele desejava era real, e estava a sua frente, abraçando-a, sendo apertado e olhado por aquela garota de óculos retangulares.

As palavras e forças pareciam sumir de sua mente.

Ele estava vendo e sentindo um sonho a sua frente.

A sua garota... a sua ‘joy-sama’.

Tentava buscar uma palavra de sua boca, mas não conseguia. As emoções sufocavam suas palavras, mesmo querendo dizer um ‘finalmente... um sonho se realiza’ naquele momento apertado. Apenas queria sentir aquele calor corporal, aquele cheiro agradável que saia do seu corpo, que deixava os sentidos dos Kyo atordoados.

A coisa que mais o admirou: O mesmo sorriso bonito que ele admirava já falava que era tão lindo, cada detalhe daquela face faciais abrindo para aquele rosto vermelho e branco me olhando fazia Kyo ficar com o mesmo tom rubro na face. “Cara, há tempos eu não fico assim... mas, porquê eu fiquei sem graça na frente dela?”. O próprio Kyo se perguntava porque a sua espontaneidade estava indo embora, dando lugar a uma rubro muito incomum que ele sentia seu rosto queimar.

“Fala alguma coisa, Kyo... você não veio aqui para ficar calado”. Isso passava na cabeça dele enquanto via aqueles olhos negros envoltos nos óculos um pouco retangulares. Parecia que um filme ou sonho circulava na sua cabeça enquanto a via e escutava um grupo de amigos também chegando na casa. Cada um com a sua peculiaridade. Mas dois deles foram os que mais chamaram a atenção do Kyo. Jackie e Val Tsukino.

Jack, ou o cara da ‘moto mais harley que já vi’. Uma pessoa interessante e que tem um ódio mortal pelo ator Tony Jah, dos filmes Ong Bak 1 e 2 e com um gosto bem peculiar por Metal. Tanto ele como o Kyo foram ao último show do Iron em Recife e que comentavam as melhores cenas deste evento. A outra pessoa. Valéria, ou simplesmente ‘Val’ Tsukino. Uma garota cujo tamanho era menor que a namorada do Orphen, fã de sailor moon e também cheia de idéia puras e impuras em sua cabeça. Ela ainda a aprontaria umas resenhas com o jovem Kyo, pena que nem ele e nem era saberiam disso.

Aquele quarto com quase 10 pessoas parecia pequeno para abrigar tantas resenhas para o primeiro dia em Mossoró. Ainda tinha outras pessoas tirando a mais no lugar, como a Raí e um dos ‘Thiago’ deitados em uma rede falando coisas muito impróprias para menores de 18 anos. Como a posição ‘Bate-Estaca’ em um momento intímo até o seu objeto de estimação da amiga Raí, chamado carinhosamente de ‘Zeus’.

            Mesmo logo após isso, com todos conversando no quarto do Orphen. Teve uma sessão curta de anime para todos do quarto. Logo após isso, ainda observara sua Joy subindo em cima dele. Se deitando ao lado dele e gostando de apertá-lo em cada pedaço do seu corpo. ‘Meow... como é bom apertar... eh muito bom’, escutava cada vez que sentia aquelas mão lisas e brancas percorer o seu corpo.

            De repente, Kyo ainda olhava pelo vidro no Notebook sua amor subindo e deitando em cima dele, sentindo algo bem macio em suas costas e aquele cheiro tão agradável. Uma essência de maracujá ainda percorria suas narinas. O cheiro que ele tanto ouviu falar, e tão bom de se sentir. ‘Meow... que bom que você está aqui...’ Essa era uma das últimas palavras que o próprio Kyo ouvia. Se ainda não estivesse anestesiado com o calor e o cheiro.

“E que bom que pude ver para admirar esse dois olhos negros.”

Teria respondido, se não tivesse ainda anestesiado com aqueles olhos...

Sem ele perceber, ainda sentiu sua amor a montando, Sentir uma amazona querendo domar seu animal de estimação. Até isso lhe causara um grande choque “Hey! Meu cabelo não!” Ainda pensava o jovem Kyo. E mesmo vendo ela gostando de se divertir desse com ele. Ele mesmo resolveu bagunçar com essa piada, prendendo suas pernas as delas e não a deixando sair, se era para começar a animada bagunça, que fosse até o fim com isso. Tanto pelo lado dela, como pelo lado dele. O que arrancou algumas risadas do grupo.

            Se Kyo em algum momento imaginou que a sua joy-sama tinha alguma inocência, acabou de perder essa imagem. O que para ele não era uma coisa nada ruim.

 

PS: A casa do seu amigo Orphen tem 10 compartimentos, e a diferença que o Kyo se referiu acima era algo em torno de 50 a 70 metros. Ou seja, teve uma audição muito apurada para de uma simples conversa entre amigos ter reconhecido a voz de alguém.

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Parte 4 – A Rua das Motos e Praça onde os pombos atacam...


            O som das badaladas de um relógio antigo ressoava na cidade, marcando que já era 10 horas da manhã. O comércio do centro de Mossoró já começava com seus clientes e compradores entrando e saindo das lojas. Os corredores, becos, ruas e lugares movimentados nunca foi uma surpresa para Kyo. Cada rua daquela com grafite e pichações de times de futebol já havia se tornado uma rotina para aqueles olhos castanhos e curiosos por cada pedaço dessa nossa cidade. Até vinha um nome na cabeça. “Aventuras em Mossoró-City”.

Poderia ser um nome interessante. Se fosse uma cidade do interior, realmente...

            As peculiaridades de Mossoró era visto desde as ruas sem faixas pintadas no meio, o que ficaria difícil saber qual lado é esquerda e direita. As exageradas aplicações da Lei de Gerson no trânsito tenha vantagem em tudo). A rua das motos, onde um estacionamento é somente para motos e vendo um garoto e um senhor de idade lavando uma Bis preta. - É garoto, lavar moto aqui nessa cidade é um negócio muito bom... essa cidade é cheia de moto e essa rua aqui inteirinha é minha. Exclamada aquele velho homem de boné de uma empresa chamada São Geraldo mostrando a rua cheia de moto. Pelo menos 20, pela rápida observação do Kyo.

            Continuando a caminhar pela cidade, o grupo acaba passando por uma praça daquele centro da cidade bem próximo a uma igreja de estrutura gótica. Ao se aproximar daquela praça, dava para se ver uma grande quantidade de pombos e peixes em uma fonte próxima do lugar.’Aguardem um pouco pessoas, essa imagem eu tenho que tirar’, avisava o Kyo se afastando de Orphen e sua namorada entrando dentro daquela praça. O que o Kyo não imagiava era que, ao tirar uma foto daquele lugar. O flash assustou os pombos, que alçaram vôo, em direção ao lugar onde o Kyo que tomou um susto e quase cai naquele pequeno lago. - Essa praça deveria ter uma plaquinha: “CUIDADO: POMBOS SELVAGENS”. Pensara Kyo ainda correndo das aves e daquele lugar, o que arrancava risadas do Casal que o acompanhava.

            Ainda andando pelas ruas do Centro de Mossoró, entrando em um super-mercado, chamado pelos próprio Mossoróenses de ‘Hiper’. O refrigerante de Caju São Geraldo e a bebida “Gatão” foram os achado dessa passagem pelo estabelecimento. Porém, a busca mesmo era por uma certa cachaça. - Kyo, você tem que tomar Nabunda. Falava Hilário, rindo enquanto via os olhos do Kyo procurando a tal bebida. – É ela mesmo que estou procurando Orphen, a minha mô Joy me falou dessa bebida e queria ter uma foto dela. – Terminava agora, procurando entre os milhares de aguardente expostos na prateleira. Sem sucesso.

            A tarde ainda reservaria muitas coisas engraçadas, ver uma amiga, a Valéria, já estava na casa de Orphen esperando a nossa chegada. Logo após a campainha e um som de buzina de moto mostrando a chegada de mais dois amigos na casa.  Aquele clima de descanso e de folga com os amigos na casa do Orphen era divertido e dava para sentir essa vontade mútua naquela casa. Pessoas indo e vindo pela casa conversando e botando os assuntos em dia, cada pessoa indo para um lado da casa, falando e conversando sobre tudo e todos. E para os olhos de um observador como o Kyo, tinha tantos lugares para ficar que era difícil escolher um lugar.

            Até mesmo na cozinha, ver três garotas dentro deste espaço e só o Kyo de atrevido naquele lugar. Ainda pensando em ajuda-lás, até escutar duas pérolas das garotas, e perceber que a própria Joy falar que não tinha aptidão para essa área, o que fazia u ma pequena gota começava a escorrer da cabeça do Kyo, enquanto ele pensava – É, pelo visto eu terei que fazer a nossa comida se ficarmos juntos.

            Sem percebermos, já passava das 2 horas da tarde, Joy saia para pegar sua amiga Raí para trazer aquela casa onde todos se divertiam, todos riam, todos aprontavam piadas um com o outro. Com sessão de Anime em frente a um notebook e muitas frases de duplo sentido. Cada hora naquele lugar parecia ir embora em questão de minutos, quando todos vieram perceber. Já era quase 18 horas e todos ficaram pensando um lugar para ir a noite. Quando um lugar vem à cabeça de todos: West Shopping.

            Hora de definir como cada um iria, e que nesse momento o Kyo percebeu uma coisa até estranha e errada. Uma das mulheres, a Raí, em parte não queria ir. Em um curto tempo

            “Espero que as meninas consigam convencer a Joy a vir, me sentiria meio impotente perante isso”. Pensava enquanto eu e Jackie pegávamos a estrada até ia de moto até o West Shopping. Sendo os primeiros a chegar naquele lugar e ainda andando pelo Shopping, Kyo começara a pensar em procurar algo, um coisa que dama adorasse. E como uma lâmpada de 100W acendendo na sua cabeça, logo as palavras “Diamante Negro” vieram a cabeça: O vício em comum dele e de sua amada. Queria dar um presente a ela, mesmo sentindo que ela saira da sua casa com uma leve Aura de tristeza, acho que talvez não tenha sido apenas eu que percebi.

            West Shopping, ou simplesmente um lugar para comer sushi a vontade. Ainda olhando as meninas colocando aquela torre feita com 3 capacetes abaixo da mesa, Saindo para comer.

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Parte 5 – A rede que balançava demais.


            Anjo e Demônio habitam um mesmo corpo. Quando o Kyo via a sua amada Joy saindo para o banho, ele ainda via com o seu lado Devil ainda o atiçando e dizendo ‘Olha lá Kyo... que belo r...’, voltando a si e corando por aquele pensamento pervertido. Ainda vendo, observara com os seus olhos devoradores o texto que a sua amada o deixou. Uma história de uma personagem do Anime Naruto, Kurenai. Contando uma curta história dela e seu envolvimento com o personagem Azuma Saturobi. Uma pessoa bem direta em seus argumentos e que era afim da personagem principal.

            Enquanto ficava lendo aquele conto de 5 páginas, escutava uma voz feminina falando perto dos seus ouvidos. - Kyo, porque você deseja tanto a Joy? Perguntava Ana, com aquele olhar curioso enquanto via aquelas letras em frente ao pc. – Você é tão carinhoso, um pouco divertido e legal. Mas essa sua serenidade... até acho que as vezes não gosta ou tem medo dela. As vezes vejo um armadura em torno de você

            - Na verdade Torta, eu acho que sou assim mesmo, gosto de mulheres difíceis. – Sorrindo, ainda continua a explicar. -  E a Joy eu sempre admirei pelo seu tipo de ser: Divertida, gostamos das mesmas coisas, divertimos um com o outro e ambos tiveram uma história de vida quase igual. – e ainda suspirando depois de ficar vermelho, complementa.  – Acho que somos o Yin-Yang, um o oposto do outro, mas que se entendem e tem sentimentos mútuos. Eu adoro o seu jeito divertido e cativante, e ela adora esse meu jeito ‘felino’ de ser, Meow!!!

            Aninha olhando com a cabeça de lado, como se uma interrogação fosse surgir de seu cabelo a qualquer hora. O que deixava o Kyo rindo da cara de confusa dela e saindo pegando uma toalha para tomar banho - Algumas atitudes não precisam ser explicadas, apenas sentidas Torta. É a mesma sensação que você sente quando está com o Orphen. Eu estou sentindo a mesma coisa com a Joy. – completava Kyo enquanto via sua amiga começar a compreender. Depois, ainda Joy voltando e armando uma rede perto dos amigos.

            - Porque vocês não dormem juntos? Falava Aninha com um sorriso inocente nos lábios. E olhar aquele sorriso no Rosto da Ana fazia o Kyo já saber sua intenção. Ver o Kyo vermelho parecia começar a ser a diversão dele.

            “Realmente, porque não?”

            Essas palavras quase saiam da boca do Kyo, mas acho que ele não era o único a se sentir daquele jeito. Ambos já se entendiam e se gostavam, mas ainda não eram íntimos a esse ponto. Poderia ser um primeiro passo, mas o próprios Kyo sabia que ele não iria querer forçar algo, se ele fosse querer fazer isso, faria somente se a própria Joy quisesse. Só desejaria essa vontade se a sua bela Kurenai desejasse a companhia desse Uchiha de olhos vermelhos.

            E assim, tiveram o seu primeiro beijo. Em certo momento, até um desejo circulara o corpo do Kyo. Sentia chamas em si novamente, as mesmas chamas que ele achava que tinha perdido, as mesmas chamas de um beijo ardente e amoroso. Ainda viajava nisso mesmo após aquele beijo. Sentia que iria queimar, e uma luta entre respeito e ímpeto.

            Uma luta difícil de vencer,que quase não o fazia dormir em sua própria rede.

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  Parte 6 – A despedida Fail e o retorno ao berço.


Orphen: “Kyo, essa viagem valeu a pena para você?”

Kyo: “Se valeu a pena ou não Orphen, não será eu quem direi isso, e sim a pessoa que adorei conhecer aqui. Mas se queres a minha resposta, eu digo: Valeu muito a pena!!’

            Em algum lugar, seus sonhos e seus sorriso não se encontravam ao responder essa curta frase. Mesmo enquanto via seus olhos ficarem úmidos de felicidade enquanto seu amigo o convidara para entrar em sua casa. No mesmo momento que Hil observara o rosto do Kyo ficar vermelho enquanto voltava para entrar em sua casa. Bem, só tinha um pequeno problema: Meu horário de embarque era exatas 5 horas.

E mesmo entrando em contato com isso, nada melhor que rir um pouco com os outros desse pequeno problema. Principalmente a Val que me iria agora ter que aturar o jovem Kyo um tempo em sua casa. Regados a um poço de bolo, risos e fio de computador. Aquelejovem Designer arrumada calmamente o computador de sua amiga, olhando aos poucos fotos antigas dela e outras pessoas. Até mesmo viu a sua amada mais nova, com um fantasia da personagem Videl, de Dragon Ball Z. – Essa aí era eu e era em bons tempos Kyo, nossos primeiros cosplays – falava Valéria enquanto ria apresentava uma roupa de Sailor Moon.

Olhem só, a Val era uma antiga vizinha de Bairro do Kyo, era moradora do bairro das Rocas. Ela é uma ‘Rockeira’. O que levantou risos de ambos os otakus que tomavam sopa e falavam sobre tudo e mais um pouco.  Antes de sair da casa da Val. Ela ainda me dá um dos seus desenhos, uma personagem loira com olhos azuis. Apresentando traços de uma personagem de Sailor Moon: Neo Queen Serenity. Enquanto olhava aquelas três meninas saindo... e ainda com um leve sorriso fixado e gravado em sua mente.

Se a chegada pode não ter sido tão bela como eu imaginaria, pelo menos na despedida. E antes, ainda... Veio aquele silêncio. Um abraço, um olhar, e um beijo pedido. Queria sair dali com aquele mesmo gosto da última noite, o gosto do beijo que o jovem Kyo adorou roubar de sua amada, a sua ‘Joy-sama’. Agora, era tempo de ir apresadamente de volta para casa. Tão rápido como chegou a esta cidade como tão rápido para sair dela. O seu ônibus quase saia sem ele a ponto do Kyo ter que avançar atrás dele.

            Olhava a noite cheia de estrelas, mas sem uma lua. Era semana de lua Nova, e a ausência de uma Lua ainda lhe via a cabeça pensando se o brilho dela poderia influenciar isso. “Obrigado buddha, por ter iluminado meus passos. Agora eu apenas posso dizer que, se valeu a pena. Apenas eu e essa pessoa poderá dizer isso.” Pensavava o Jovem Kyo, enquanto sentava em sua poltrona. Olhando o número 30 na janela e abrindo seu note-book. De repente, uma leve idéia lhe veio a cabeça: escrever uma crônica. Algo que marcasse esse dia, de como um ato e uma atitude de alguém mudou toda a forma de pensar e agir de uma pessoa. A forma antípoda de pensar e viver de alguém, alterando o comportamento do outro.

Como um simples sorriso e presença mudou alguém.

Uma crônica de uma simples frase.

A ALEGRIA QUE HARMONIZA A SENERIDADE. 










3 focalizadas alheias:

Soberana disse...

Nossa me senti um monstro por estragar seu clima!

Mykaell Kimura disse...

Mano foi super kawaii *O*

Mykaell Kimura disse...

Mano foi supér kawaii *O*

Dô valor a Kyo, o unico cara qe vi gostar dela como deveria!