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26 de ago de 2006

Jornalista: Um profissional em extinção...

Olá a todos denovo.

Após fuçar e aprender como se mexe nessa coisa chamada Blogspot, finalmente descobri como fazer qualquer pessoa a dar sua opinião neste blog, portanto peço desculpas aqui para as pessoas que não conseguiram comentar no artigo Esse ano eu voto nas putas ok? Sorry por esse erro técnico...

Descobri que estou com o mal do Séc. XVII, ou a chamada Tuberculose, e que estou de dispensa da UFRN enquanto vou me curando desta doença que, diga-se de passagem, incomoda pra cacete. Mas vou me recompor assim mesmo e espero estar em breve assintindo aula (o que vai acontecer logo logo, assim como poderei viajar e conhecer uma pessoa em especial).

Acho que não tenho mais nada a declarar, apenas para a galera me dizer como vai as aulas, visto que não sei como está as matérias e os papos (nisso inclui se a turma já foi mudada para o setor II ou não?)

Jornalista: Um profissional em extinção...

Engraçado, mas o que tem entrado de jornalista nas faculdades de jornalismo e nas universidades ultimamente é de se impressionar, parece até que a moda hoje é todo mundo quer ser jornalista...
O sonho dos focas (jornalista universitário) geralmente são aqueles bem olimpianos, inatingíveis para um começo de carreira: Aparecer no Fantástico ou Globo Repórter; Se tornar os novos William Bonner, Pedro Bial ou Fátima Bernardes; Ficar famoso e conhecer celebridades; Ir as grandes festas; Ganhar gordos salários e, quem sabe, apararecer na Caras...
Porém, quando começamos a pagar as disciplinas, são assobiados em nossos ouvidos palavras como "Idealismo", "Função Social", "Denunciar as irregularidades", "Combater os políticos", "Modificar o mundo"...isso começa a assustar a cabeça dos nós, meras foquinhas.
Mas vem a partir daí os questionamentos : Essa não é justamente a função de um jornalista? O exercício da inteligência e do caráter? Muitos professores questionam que isso sempre foi uma coisa normal na profissão, em que a vontade de mudar o mundo era uma exigência curricular e que desafiar os poderosos era uma habilidade profissional exigida.
Pórem, o que mais vem acontecendo na nossa sociedade é a perda desse tipo de jornalista, o profissional que faz do seu trabalho a sua maior virtude e seu maior defeito. Procurando por algo tão simples e tão difícil: um ideal.
Só que desse ponto, vem a grande contradição: No momento em que o mundo mais se deteriora, mais poluímos o planeta, mais geramos miséria e pobreza, mais produzimos e consumimos lixo cultural, mais geramos guerras e conflitos dignos de guerra civíl, mais temos a impressão de que esse tipo de profissional que, tem por dever lutar contra tudo isso, está a caminho de uma extinção. Quem pode mudar isso?
Os estudantes? Alguma instituição política ou quem sabe os próprios profissionais de comunicação? A resposta é simples: Não! A função dessa crítica e controle tem que partir de você, é...você mesmo que agora está com a bunda colada nessa cadeira lendo esse texto infame. Essa função tem que vir do leitor, do ouvinte de Rádio e que assisteTV, daquele que lê jornal, revista e navega na internet.
O modo dessa verificação? Simples, basta ler. Vamos ouvi-los, Assisti-los, Clicá-los. Aí que veremos a mágica acontecer. Os jornais investem nisso porque sentem que as pessoas valorizam, querem ler e terem conhecimentos. Nisso também, devemos educar a próxima geração, para que ela valorize e consuma esse tipo de informação. Discutam com eles esse papel fundamental desse agente social, o idealista, por que não?
Afinal, assim aprenderemos a ter consciência desse papel fundamental do jornalista idealista. De um cara que ousa lutar contra os poderes, fazer jornalismo investigativo e ir fundo (e com ética) numa apuração de denúncias como a de uma má gestão do dinheiro público, um abuso do poder econômico, uma agressão à natureza, entre tantas outras coisas possíveis.
Esqueçam por um tempo os programas de fofocas sobre celebridades, os repetecos das mesas redondas esportivas, os colunistas sociais disfarçados de repórteres, o entretenimento da televisão que traveste de jornalismo. Enfim, um pouco o show e analise o que você está vendo.
Até porque se não analisarmos nossas grandes mídias, a que ponto chegará a nossa produção de lixo industrial? Até o ponto que nós jornalistas seremos substituidos por computadores como reportado pelo comunique-se? Ou então, em um futuro não muito distante, o ramo "comunicação" será apenas mais um mero "chip" a ser implantado em nossas cabeças?
Preservem a natureza, e cultivem os jornalistas!!!

12 de ago de 2006

Esse ano eu voto nas Putas...

Olá a todos...

Pela primeira vez, estou criando um blog para adicionar minhas idéias e artigos. Espero que consiga manter ele bem ativo e aqui postarei meus artigos e pensamentos sbore tudo que sinto, vejo e ouço nesse mundo, mesmo que minha visão não seja a mais aguçada ou adequada isso.

E para essa primeira postagem, iniciarei minha opinião sobre essas eleições que vamos viver nesse ano. Não se surpreendam quando lerem, pois não vou mudar uma letra do que escrevi.

ps: Agradeço ao Flávio Assum pela sigla do Partido que, mesmo eu tentando compor outra nomenclatura, quando chegava na letra "A" parecia que as idéias empancavam feito burro teimoso. Obrigado caro amigo


Esse ano eu voto nas Putas...

Como dizia uma camisa à venda na feira de artesanato da Praia dos Artistas: "Esse ano eu voto nas putas, porque já me cansei de votar nos filhos delas". Pensando nesta frase, vejo a possibilidade de surgir um partido que nessas próximas eleições poderia trazer a tão sonhada “melhoria de vida” para a nação brasileira. O nome desse partido, P.U.T.A.

O P.U.T.A., ou Partido de União das Trabalhadoras Abrasantes, mostraria como essas mulheres, as segundas trabalhadoras do planeta, poderiam mudar o cenário político-econômico-social-cultural do Brasil. Apresentando suas propostas de melhoria para a vida do povo. Uma delas seria extinguir o mísero e ridículo salário-família pelo salário-prazer, baseado nas alíquotas dos gemidos galopantes e urros escandalosos que cada brasileiro soltasse. Será uma grande conquista para a nação visto que nós entendemos tudo sobre gozar (Gozamos com os outros; gozamos para os outros e, sem a menor certeza de dúvida, somos gozados por muitos). Então, entre ser gozado por esta testicular politicagem atual ou pelas profissionais do sexo, qual seria a nossa opção? Preferimos a exuberante segunda.

Engana-se quem pensa que o partido passará por qualquer tipo de dificuldade administrativa. Ora, quem tem maior capacidade de organizar essa zona na qual o país se encontra? Elas, as putas. Continua também a ser enganado quem acredita que é somente no aspecto político que as profissionais do sexo estão se posicionando (e não apenas posições como de frente, de ladinho, de costas, de quatro e de todos os jeitos possíveis e imagináveis). Na TV, que ainda é o nosso maior veículo de comunicação, elas se proliferam numa rapidez de matar qualquer coelho de inveja. Atrizes e modelos que, ao invés de fazerem um trabalho decente, ensinam em programas e revistas como fazer um troca-troca e se dar bem na vida. Mostram através de exemplos práticos o que uma mulher deve fazer para sair da classe-média e ir para a “classe-mídia”. Incluindo neste pacote, ainda tem as apresentadoras e suas convidadas animalescas (e convidados, vai dizer que você não acredita que existe o Homem Puta?). Estas criaturas nutridas a base de silicone e botox vão a TV declarar que, se tem dinheiro na jogada, é lindo posar nua (ou nu) ou fazer filme pornô. Tendo em vista que é tudo “profissional” e nos fazendo crer que esse “profissional” justificativa tudo.

Ou seja, a frase bíblica “É dando que se recebe” é o lema dessas mulheres cada vez mais infiltradas no setor midiático. Portando, não se assuste leitor quando você ouvir sua filha, sobrinha ou mesmo qualquer garotinha de cinco anos falar que deseja ser uma puta profissional, não a recrimine. Ela estará somente seguindo a tendência dessa época consumista. Agora se falar que deseja ser escritora, Cuidado! Muitas não têm reconhecimento e não ganham quase nada com suas obras, sendo a exceção dessa vida a nossa nova letrada Bruninha Surfitinha. Uma grande figura, dona de um Best Seller que ganhou versão em áudio, casada, fiel e ex-prostituta que até apronta seu próximo livro. Não sei sobre o que vai falar, mas, com certeza, não deverá ser sobre as viagens psicológicas de Clarice Lispector ou os conflitos sociais de Anthony Burgerss.

Daí que deveríamos respeitar à marca de roupas DASPU, essa instituição de mulheres que compõem uma verdadeira ONG da vida, responsável por uma marca verdadeira, genuína e autêntica onde suas trabalhadoras são putas que não precisam se esconder atrás de preconceitos e de máscaras para falar o que acreditam. Criando a forma de protesto mais inteligente que já vi nesses últimos anos. Parabéns mulheres (e meninas) da DASPU! Tenham certeza que a esta marca ganhará o mundo por seu merecimento e por serem o que são, sem precisar botar banca de atriz, modelo, madrinha de bateria, escritora, apresentadora ou qualquer titulo para disfarçar a profissão que fazem. São trabalhadoras que merecem respeito e muito incentivo para vencerem na área da moda.

Por essas e outras causas que votarei nas putas, para elas mostrarem ao mundo que transformaram o Brasil num puteiro. Mas um puteiro cheio de gente boa, honesta e que ainda consegue pensar ao contrário dessa sacanagem mediocre, cínica e escrota que observamos todo dia na TV.

E se elas, as putas, me convidassem para criar o Slogan de campanha da P.U.T.A. Já teria uma frase em mente: P.U.T.A: Seu voto é nosso prazer...