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2 de fev de 2009

Do sangue frio... ao coração ferido... ou apenas a vida de um jovem gato

Como essa última) poderiam me fazer ir da mais profunda vontade de desistir de tudo ao fôlego de um novo recomeço. Pareçe que os testes do destino a minha pessoa estão cada vez mais pesados, ou simplemsmente cada vez mais sérios. Foi difícil concluir a atualização desse post, pois digitar mais de 70% do texto aqui só com uma mão realmene não é fácil. Mas a vontade de escrever e de relatar aquilo que vivo, sinto... vejo e me inspira na arte literária parece me consumir a vomitar tudo aqui neste espaço.

Como adquiri isso? Diria que começou com um pequeno acidente para salvar um amigo meu na gráfica que cortou a minha mão nessa sexta para no meu trabalho na manhã de sábado levar um pequeno jato de tinta preta de uma impressora plotter a quase 500° Celsius no meu trabalho. Eu quase tive medo de ter perdido a minha mão, mas para minha sorte a tinta estava já entrando em estado de vapor quando me atingiu, se estivesse em estado líquido quando atingiu a minha mão, com certeza o resultado teria sido bem pior... só não postarei aqui uma foto da minha mão pois, seria algo meio forte de se ver (uma mão enfaixada e com sangue... mesmo as vezes me dando vontade de fazer isso e ser um pouco sensacionalista).

As ataduras e o meu anti-inflamatório, algo que está fazendo parte da minha rotina...

Porém, eu não tive apenas tristezas. Nessa semana também vi o nascimento do meu segundo sobrinho. Dessa vez,ajudei mais ativamente a minha irmã e até gravei o nascimento dele. Chegara a ser engraçado ver eu ser o único homem entre meu pai e o meu cunhado a ter coragem de entrar em um consultório e gravar o parto de minha irmã (cesariana, pois pelo que a médica me falou, ela não tinha contração). De lá até mesmo acompanhar do começo, meio e fim disso tudo. Percebo que ainda tenho bom coração e gentileza em minha alma, mesmo sabendo se isso não durará muito.

Minha irmã e meu sobrinho Danillo, eu vi com os meus olhos o milagre da vida...

Os incansáveis dias, vivendo comum até mesmo ser convidado pela minha amiga Vanessa Usagi para um Lual em Ponta Negra. Já tinha um tempo que não voltava aquelas bandas... e ver alguns velhos amigos e fazer outros novos foi bem prazeroso para aquela madrugada de sexta para o sábado (detalhe: isso mesmo eu sabendo que ainda teria trabalho no sábado, fui para um lual na sexta). Até ajudei um amigo meu, o Anderson, a ser mais prudente e calmo em suas decisões. No entanto, ao termos um pequeno black out (ou queda de energia) na orla do Paraiso, a minha visão cióptica - conhecida como visão na penumbra - entrou em ação e, ao olhar para ver se todos estavam bem. Olhei uma cena que me deu a maior das dores e sentimento de derrota que tive. Pela primeira vez eu tive vergonha de ter a Rodopsina atuando no meu olho e do poder que adquiri e desenvolvi desde que "despertei" do coma.

Em parte, isso fora o suficiente meio que para acabar com a minha noite. Porém não perdi o humor e até me diverti com o resto do povo (onde até conheçi uma bicha legal, o Manéu Hyuuga) e levei o resto do fim de semana malhando e estudando um pouco. Por curiosidade acabei voltando a ver Televisão e passava episódio reprisado de Small Ville: As aventuras do Super Boy no SBT. Neste episódio teve uma cena interessante e serviu para ensinar a mim uma frase que a mãe de Clark Kent falou para o seu  nesse episódio, e a cena era algo parecido com isso: 

*O nosso "super boy" olhando para uma casa com a porta fechada, e querendo ver o que acontecia dentro da casa, acaba usando sua visão de raixo-X para olhar por dentro da porta e acaba olhando sua amada Lana, abraçando e beijando outro homem... quando desativa a o seu poder e olha para sua mãe, perguntando-a*
Clark -> Mãe, se você tivesse o poder  de ver através de tudo, o que você faria?
Mãe -> Aprenderia a fechar os olhos...

E essa segunda, fui espairrar um pouco a cabeça e ver  um filme esse ultima segunda. O filme se chama "Yes Man" (Sim senhor... em português). E fala da vida de um cara que sempre levava uma vida monótoma e que tinha o mesmo emprego a muito tempo, sem nenhuma motivação para mudar. Isso tudo começa a mudar quando ele participa de uma palestra sobre educação comportamental e começa a dizer "sim" para todas as chances que apareçe. E a partir daí começa a viver e ver o mundo com outros olhos, pagando a consequência com isso... E o que mais me emocionou além do filme? foi ouvir como trilha sonora do filme uma música que sempre gostei e que já foi um hino para mim. A música: "Separete Ways" da Banda Journey e que foi recentemente gravada por André Mattos no seu trabalho solo "A Time to Be Free". 

Bem, acho que é só isso. A minha mão direita aqui está cansada e preciso colocar ela de descanso, afinal... escrever todo este post não deve ter sido fácil. Vamos continuar vivendo e, como disse o filme acima... Sim senhor!!!!!

Ps: Para quem quiser conferir a música que falei a pouco, aqui vai um clipe do youtube. (ou nesse link aqui)