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20 de abr de 2011

Propagandas: É assim que se faz...

Mesmo estando há tanto tempo fora desse blog, ainda consigo buscar temas e inspirações para ler neste espaço.

E com vocês, um vídeo muito divertido e genial da propaganda italiana (mude suas palavras, mude seu mundo)

24 de fev de 2011

8 pecado: Plágio...

Quem pensa que vídeo games não influenciam a publicidade, está redondamente enganado.
Guitar Hero influenciando gerações, seja no humor... chega no comercial.

Rock Band Traffic

http://www.youtube.com/watch?v=Y6BaTzwoZBI

Propaganda do Novo Fiat Bravo 2011.

24 de dez de 2010

Voltando a Ativa com um Tema diferente: Os video games são a nova mídia do séc 21?


Depois de séculos (na verdade, 1 ano de 3 meses). Volto aqui para tirar a poeira desse site que andava meio abandonado. Se alguns falassem que era por causa das histórias que não vinham a minha cabeça ou a falta de tempo para escrever, erraram feio. O motivo? simples, não passei a nem o próprio dono visitar esse site.

Pode pareçer desleixo, pode pareçer preguiça, pode pareçer falta de criatividade. Acho que foi tudo mais um pouco. Porém, pensei em dar roupagem nova a este blog. Principalmente no quesito imagem e conteúdo. Incluindo análise de Games e as novo conceito de mídia que o mesmo se tornou.

Espero que gostem das novas mudanças, pois que elas virão... virão!

Ps: um trailer que encontrei no youtube essa semana: Como seria a série 'Mario Bros' para os dias atuais?

9 de set de 2009

Uma data sem muitas '9 dades'


Algumas coisas realmente são engraçadas e muito coincidentes. Essa data de hoje realmente mostra isso (09/09/2009). Como apenas um trocadilho e jogo de números pode gerar toda uma teoria estranha. De acordo com o que li hoje no portal Yahoo, e dona da mesma foto acima (link da matéria aqui), e sse dia realmente nao irá passar despercebido. Na Fórida (US) - casamentos podiam ser promovidos a U$ 99,99 dólares; Na Grã-Bretanha, o 999 é usado para emergências (como o nosso 142 da SAMU ou o famoso 911 americano), muita gente ligava para cumprimentar membros dos serviços de emergências.

Já na minha vida cotidiana. Realmente observei o número em muitas partes: Salgadinhos a 0,99 centavos; promoção de '1 DVD por 3 reais, leve 3 por 9,99'; e até mesmo o valor do meu almoço de hoje = 19,99. Ainda por cima, completar uma música do guitar flash => Nova Era, do Angra com 99% de aproveitamento. Até mesmo um site americano que eu vejo raramente, o Urlesque.com, promove um dia sem gatos na internet (link aqui).

Esse protesto se dá pelo fato que nos Estados Unidos acreditam que os gatos tenham nove vidas (ao contrário das sete, como pensa nós, os brasileiros), assim como uma grande maioria das fotografias postadas na internet contenham gatos em seu conteúdo, sejam elas divertidas ou não. Coicidentemente, até um vídeo feito pelos designers no site foi publicado, fazendo uma brincadeira do tipo "Como seria um mundo sem gatos".



Essa com certeza vai ser uma data fácil de ser lembrada. Bem, e eu vou estar indo para o cinema ver o filme "9". Em plena quarta feira (dia que o cinema é mais barato) para pagar uma entrada inteira de nove reais. Saindo as 19 horas do meu trabalho para assisti-lo, pagando uma entrada de 9 reais. Nada Demais. Sem de auspicioso o que possa trazer novidades.Onde, no internetês, se digita '9 dades'



Pera aí. Coicidência?
Quem sabe... ou apenas seja uma coisa da sua cabeça....

30 de ago de 2009

Agosto: Eh mês cú... e o Mês da Fotografia (algo para fazer no tempo livre)

Mais de um mês sem postar neste espaço chamado blog. O estranho era que já tinha uma idéia do que escrever neste blog há 2 semanas atrás (ou seria 3?) e nao postava aqui pela pura preguiça e falta de coragem para escrever depois dos livros e textos que estou lendo na UFRN. Até começava a estranhar como passou tanto tempo que não depositava minhas letras nesse espaço.

Não estranhem também o título do mês de agosto, mas acontece que neste mesmo mês do 'desgosto' não me aconteçeram coisas muito boas. Fatos como ser multado por estacionar a 25cm do meio fio usando a moto da empresa em que estou trabalhando e ter um acidente de moto onde bater o braço em uma porta de carro de um motorista distraido na Av. Ayrton Senna. Passando por trabalhos diários que não eram aprovados por ninguém até ver que minha filmadora estava com problemas para fazer algumas filmagens. Próximo mês começarei com gastos de um mês meio ruim e lembrar de andar com uma fita métrica na bolsa do notebook quando usar algum veículo motorizado. Em parte, até pegar 5 dias em casa de licença médica me fez esfriar um pouco a cabeça.

No entanto, como já dizia uma frase de caminhão: "Cada dia superando um novo problema diário". E começando a superar estes problemas, percebi que estava focalizando a minha vontade de escrever em fotografias e trocando a literatura pelos cliques. E justamente essa vontade de fotografar (como também para desopilar stress diário e passado de meu corpo e mente que... se fosse comentar nesse espaço, seria motivo de outra postagem) me fez passar uma parte do mês dedicando a andar pela cidade de Natal (Em especial o Centro, Ribeira, Rocas, Praia do Meio e Tirol) fazendo registros com um celular sony de 3.2 megapixels. Até mesmo no dia internacional da Fotografia, o último dia 19 de Agosto, me fez observar como um simples ato de apontar uma câmera para uma direção e 'atirar' um flash/clique pode ser tão simples e também tão complicado.

Ainda tem o fato de que, neste mês também, completei minhas aulas práticas de direção de veículos categoria D. Também conhecido como ônibus e caminhão. Além de um convite de uma amiga de Mossoró para participar de um grupo . Ops, isso são coisas boas... então nem deveriam estar neste espaço. Mas, agora que já foi relatado... vamos continuar...


Turma de Adição de Categoria,
Detalhe: só tem a professora e uma aluna de mulher....

E assim, vou levando o resto da vida. Organizando alguns trabalhos, juntando dinheiro para ter uma vida mais confortável e pretendendo fazer uma viagem no mês do meu aniversário (novembro). O que vier, é lucro. E aquilo que me ajudar... será bem vindo.

Abaixo, algumas fotos que tirei neste mês, com algumas até publicadas no Varal Fotográfico.




29 de jul de 2009

Um dia na UFRN e Shinkuu Hadouken!!!!

2 semanas após o Sana,
Corpo em mudança
Espíritio de gato preto para tigre negro
Coração ainda doendo e lembrando alguém especial
Mas sarando aos poucos, enquanto sinto uma dor no peito estranha...

Preparar novamente para voltar ao berço da UFRN enquanto procuro estudar mais para ter um bom preparo (tanto para concurso como o começo de uma pós). Além da malhação que voltei a começar e alguns treinamentos para perder uma certa 'pança' que percebi que estou criando há uns 3 meses. Isso sem contar as fotos e entrevistas para um jornal Local, o Diário de Natal, sobre o grupo alvo de meus trabalho. Os otakus de Natal.

Nada que não tenha visto esses últimos dias, voltar a rotina normal mesmo ainda tendo alguns dias de Férias no trabalho até que me faz ter um tempo mais para mim. A vontade de escrever parece ser inspirada por assistir alguns animes no meu note e jogar alguns games de lutas no "Play-Game" perto da minha casa. Em especial um: Street Fighter 4.

Aquela vontade de ficar em frente a uma tela de 21 polegadas, jogando com amigos escutando 'hadouken' por quase 2 horas. Uma coisa que me lembra a infância, e que parece que aprendi a reencontrar jogando 'Street Fighter IV' esses últimos dias. Por um momento conseguir me ver novamente como um piralho de 8 anos gritando 'Hadouken' ao ver que conseguia aplicar uma sequência de golpes em cima de um jogador adversário.

Personagens caricaturados com movimentos exagerados, lançando projéteis de energia ou golpes com incremento em socos e chutes sempre foi uma característica desse game. Por incrível que pareça, esse truque velho dos games da capcom ainda consegue manter a verdadeira paixão pelos amantes pelo gênero.

Quase similar aos fanáticos torcedores de futebol. Com o decorrer do jogo, e até mesmo com as cenas de batalha, comemoração e mudança do cenário. Parece que cada detalhe do game recebia influência da animação japonesa. E não precisava ser um grande observador para notar esta preesença neste game.

Street Fighter 4 veio com uma melhora do seu antigo progenitor? (Street Fighter 2) A resposta é sim, e mesmo não sendo Fã desse modo de game. Acho que mereço tirar o chápeu para a Capcom. Pois parece que aprenderam a finalmente fazer um jogo de luta. E o melhor, com cenas de pré-bolts dos personagens rivais (introduções de certo personagens contra alguém específico).

http://www.youtube.com/watch?v=l3AXAfX1Ef8

Então, que venha agosto.
O mês do Desgosto...

Ps 1: Cometi um pequeno erro na publicação anterior com o nome de uma amiga no Post do SANA. O nome certo da garota é Rainaire (e não Raiane), espero não ter causado tanta confusão com uma palavra.


Ps 2: Poderia escrever sobre minha vida particular, afinal... teve muita coisa interessante acontecendo esses últimos dias comigo (algumas boas, outras não). Mas depois que recebi a imagem abaixo há uns dois dias atrás, achei melhor pensar um pouco nos rumos desse blog e pensei em ser mais 'jornalista' do que 'cronista'.


25 de jul de 2009

SANA: Um evento quase 'sagrado'

Um mês fora do blogspot, e novamente como não poderia ser diferente a minha pessoa. Fui criado a partir da emoção e da emoção retornei, momentos ótimos, sustos de quase perder um precioso equipamento e a marca trazida em meu ser (ego). Todos nós aprendemos no nesse meio tempo. E eu vim aqui contar um pouco do que aprendi a você

Um pouco, de SANA. Na veia
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SANA: Um evento quase 'sagrado'

As roupas exóticas, palavras e expressões japonesas. Flashes de câmeras para tudo e para todos os lugares que a vista pode alcançar. Isso poderia definir o que cada espaço do Centro de Convenções de Fortaleza tinha a revelar para os olhos curiosos de um desconhecido Otaku (fã de anime e mangá). Cada passo dentro daquelas pavilhões parecia uma viagem a um mundo diferente do habitual, estaria entrando agora em um novo espaço: Um evento chamado "SANA".
Filipe Melo, ou "Aoshi", como é conhecido no grupo Otaku Anime. Começava a entoar a frase 'Nós vamos para Onde?'. 'Putana!!!!!', era o grito em coro ressoado no interior do ônibus, na
viajem que começava na capital natalense, passando por Lajes, Mossoró (onde embarcariam mais três garotas para essa viagem: Joycimara - 'Joy Kurenai'; Raiane - 'Rai Dark' e Valéria - 'Val Tsukino') até Chegar ao seu destino final, Fortaleza. A cada tempo que se passava da 'longa jornada de felicidades, consumo e muitas cenas fortes', como dito por outro Otaku Eric ou 'Abillama' no grupo Otaku.
Cada pessoa no grupo que acompanhava sempre tinha um segundo nome ou 'nick' de identificação. Geralmente um nome do seu gosto. E esses nomes seriam muito repetidos durante a viagem. Até uma das meninas de mossoró. A Rai Dark, era a que mais fazia questão de conversar comigo, tanto para tirar idéiais inteligentes.... como dignas conversas de bar onde só amigos intimos falariam besteiras (risos).



A viagem: Vontade de estar no evento.

"Eu venho economizando desde o ano Passado para este Sana, foi acabando o evento do ano passado (SANA 8) que eu venho economizando para participar deste", comentava Jeferson, vulgo 'Red' e pessoa da fotografia acima. Pelo que pude colher em informações, desde o primeiro dia de setembro de 2008, ele começava a fazer suas econômias para planejar essa viagem. Muitos otakus da caravanapagando mais tarde, entres os mesmo de fevereiro a maio, enquanto outros pagando perto da data limite/vencimento estipulava para próximo da data de 15 de junho de 2009.Durante o ano, a organização do Evento organizava eventos para baratear os custos da caravana. 3 eventos ao todos foram organizados: Vana Night 1 e 2 e um churrasco entre. Começaria a pagar a cavarana no nos três últimos meses.
Um pequeno esforço para arrecadar renda me fez observar como seria essa viagem, um misto de economia tanto para a caravana como para alguns otakus que não poderiam pagar o saldo total e ajudavam nos eventos como forma de abatimento no custo da caravana.



O motorista fã de Quadrinhos...

O motorista da Caravana Natal para o Sana, seu Claudemir Rodrigues, com seus 65 anos esbanjando saúde e sorrindo com todos da Caravana. Mostrava que também era familirazidado. "Andar entre eles me faz sentir jovem, e isso é muito bom de andar com esse grupo. Me faz sentir vivo." Essa frase foi refetida pelo menos duas vezez mais enquanto conversara. Pai de 6 filhos, sempre teve uma grande afinidade ao mundo jovem.
Na sua primeira chance de conduzir o público da caravana, confessou que não a perderia por nada "Isso é o que eu quero mais sentir, sentir que sou jovem. Porque quando estou andando com vocês, percebo que tenho muita vida e juventude para dar e experiência para falar a vocês. Não que sou velho ou estou velho demais para as coisas. Poís se eu perceber isso, que estou ficando velho, seria como não suportar a viver e morreria, velhice... pra (sici) longe de mim!"
Antes de olhar pela última vez aquele 'jovem senhor', ainda trocariamos presentes.
Receberia uma fotografia do grupo da caravana (foto de abertura da reportagem), enquanto lhe retribuia com uma camiseta da caravana com o nome que ganhara dos próprios membros do grupo. Lucas, o Kyo.


Casos a parte do evento: Anime Talk Show e Stands de vendas e torneio de games.
Ainda poderia comentar mais sobre os otakus andando em consumindo, onde a compra de lembranças até camisetas, espadas de madeira em desenho de katanas, ursinhos de pelúcia e bonequinhos em miniaturas de personagens de animes/games (gashapons ou garbage kits, como chamado pelos otakus).
Observar cada um dos membros da caravana a carregar cerca de 2 a 5 bolsas lotadas de apetreçhos de anime e mangá poderia ser um susto para qualquer pessoa da cidade de Natal. Mas dentro do evento SANA, essa cena era tão corriqueira como tomar água mineral em dia de verão beirando aos 40 graus.
O episódio chamando 'Anime Talk Show' em que um grupo de 5 ou mais otakus participavam de uma gincana com perguntas, vídeos e pegadinhas sobre os temas de anime, mangás, tokusatsus e games em geral. Esse evento paralelo geram uma grande riqueza de conteúdo para eles mesmos. O clima de competição em equipe e o momento de 'pagar a prenda' por não saber a resposta de alguma pergunta mostrava a união de cada membro do grupo.
Encerrando, o torneio de games. Cada modelo de jogo (luta, tiro em 1° e 3° pessoa, estratégia, rpg, corrida, e demais) teve seu enfoque. Até este reporter competiu em um torneio de king of fighters e arrecadou um 3 lugar no evento. O que me fez arecadar algumas lembranças a mais do evento.


Cosplays, ha.... cosplays...

Uma jaqueta de couro, um sol bordado nas costas, camisa branca, calça preta com correntes envoltas da cintra, um cinto preto e um sapato social marron. Esse era o meu cosplay do novo ano... o cosplay de Kusanagi Kyo, do jogo The King of Fighters. Em edições anteriores do evento, já tinha feito um cosplay de mais 2 personagens diferentes, Sasuke Uchiha de do anime Naruto (ainda criança) e Sol Badguy (de outro jogo chamado Guilty Gear). Mas esse agora de Kyo seria minha última vez que eu usaria, seria a despedida de um ícone que me representou esses anos.
Ver tantos cosplays dentro do SANA, alguns se arrumando colocando lentes de contato, perucas, aplicando fixador, laque, maquiagens como lápis de olhos e pó de arroz. Tudo para ficar fiel ao personagem e encarnar nele. A mistura de tipos, cores, modelos, personagens.... tudo era possivel de se verificar pelas extensões do Centro de Convenções.
Enquanto alguns faziam como hooby, outros faziam por competição. Descobrir que alguns chegavam a gastar mais de dois mil reais na elaboração de uma vestimenta era algo sobrehumano, mas quando entrevistei Agaciel Miranda, ou o cosplay de "Angemon" do evento, percebi que as vezes, aquilo poderia ser uma forma de expressão bem elaborada.
Era a minha despedida do Kyo, e nada mais justo que entregar o simbolo do clã. E no fim do evento, uma das meninas de mossoró a Val Tsukino, quase me agarra querendo a jaqueta preta. "quero ela pra dirigir na minha moto". O que arrancou risos e no fim do evento, entreguei o símbolo maior dos Kusanagis, não a jaqueta... e sim a benevolência.


Shows: do mal passado ao bem passado.

Como iria sentir a cada momento, o "feeling" das músicas de arpeijos e melodias muito comuns no mundo Otaku. No primeiro dia dos Shows do Sana, ouvir a Banda Pandora no Hako tocar a primeira abertura de Sailor Moon. "Moonlight Densestsu", foi como um prenúncio de que shows bons viriam. Para uma abertura e um segundo dia de evento, os dias tidos como mais 'frios' em relação ao show, parecia uma preparação de que tudo ainda tinha muito por vir.

No terceiro dia e último dia. Realmente foi para quem quis 'pagar para ver'. Os acordes de "Soldier Dream", segunda música de abertura do Anime mais famoso do Brasil: Cavaleiros do Zodíaco. Começar rasgando o ar em melodias de deixar a multidão eufórica. Pessoas pulando e cantando enquanto era jogado de um lado para o outro também participando daquele clímax momentâneo. Parecia que o som consumia e acendia o espíritio Otaku daquele ambiente.
Passando por músicas famosas como o tema de abertura de tokusatsus famosos como Change Man e Power Ranges. Após passar por uma versão acústica de outros dois clássicos de cavaleiros do zodíaco (Pegasus Fantasy e Blue Forever). Finalizando o terceiro dia do show com Cha-la- Head Cha-lá de Dragon Ball. Com uma música a altura de encerar um show e um evento digno de Biss.




Isso, sem contar as pessoas que ofereci meu ombro e corpo para verem o show de cima, de perto e bem melhor. Até este repórter entrou no clima do evento, quis aproveitar o show e fazer os outros a vinha volta aproveitarem também.Cada pessoa tem a sua escolha deste evento. Seja para jogar, ser modelo como cosplay durante todo o enventoou mesmo para curtir os shows no fim dele.
Mas a única coisa que sempre uniu esse grupo: a vontade de curtir tudo isso unido e juntos. A vontade de ser bons "Nakamas" (amigos, em japonês)


ps: desculpem a demora deste post, acontece que quando este jornalista retornou da viagem ao Sana. Trouxe também uma gripe fortíssima que me deixou 2 dias incapacitados e de cama. Até cheguei a pensar que tinha trazido uma lembrança suína daquela cidade xD

ps 2: o segundo motivo, mais pessoal... mas poderia dizer que também foi muito forte para fazer atrasar um pouco este post e que agravou um pouco minha saúde. Mas não digitarei aqui pois não tem haver com o cunho jornalistíco/literário dessa arte

25 de jun de 2009

Mais um desenho ganhará as telonas do cinema: The Last Airbender (Avatar - A lenda de Aang)

Julho, dia 06 de 2009, seis horas da manhã.
Dia seguinte a um feriado nacional.

Esses últimos dois a quatros meses atrás, ficava as minhas noites de folga a assistir um desenho chamado "The Last AirBender" (traduzido no Brasil como "Avatar"). No começo, até achei que fosse uma animação japonesa (pelo tipo do traço do desenho, complexidade dos personagens como sentimentos humanos e conflitos internos e por ser divididos em capítulos distintos, com início meio e fim), mas após umas pequenas pesquisas no Google, percebi que era uma criação ocidental produzida pela Nickelodeon.

Quanto mais assistia os episódios, mais começava a gostar deste complexo desenho. Complexo porque é muito difícil numa produção ocidental 'for kids' possuir uma divisão de capítulos (3 livros, com 20 a 21 episódios cada) que raramente tem a opção de ser visto em separado e não perder o sentido. Começando a observar em sites de fã do desenho e fóruns na internet sobre o assunto, a cogitação de The Last Airbender virar um filme era tratado como uma possibilidade. Alguns achavam isso uma boa idéia, outros nem tanto por temerem tragédias cinematográficas como foram a recente adaptação do desenho japonês "Dragon Ball". Esse mistério circulava pela rede, até esta última semana sair um discreto trailer-teaser oficial do desenho.



Pelo que pode ser visto, parece que o filme é um uma versão Live Action do desenho original. (termo comum no Japão e Estados Unidos. Usado para designar filmes e seriados com atores reais. Podendo ser temas originais ou adaptados de livros e desenhos). Contando com a direção de ninguém menos que M. Night Shyamalan, autor do tipo "ame-o ou deixe-o", com filmes sucessos de bilheteria com o filme Sexto Sentido e fracassos de público e crítica com Fim dos Tempos.

Então, onde mora o perigo? Justamente pelo mesmo autor ter produzido filmes tido tanto como 'bom e ruim'. A incerteza de que esse filme possa ser um sucesso e ao mesmo tempo um fracasso é o que deixa os fãs da série (e o que em parte, me incluo um pouco nisso) um tanto assustados com a produção e recepção deste filme adaptado. Será que o filme um novo conceito de adaptação ou mais um fracasso de tentar sintetizar os dois tipos de história? O filme ainda tem muito tempo para ser produzido, mas fica uma esperança e um medo particular sobre essa nova empreitada do Shyamalan:

Minha esperança: Que o autor saiba manter a cabeça no lugar e com sua mente e presença criativa consiga reproduzir o clima do desenho no filme.
Meu medo: Que esta mesma "mente e presença criativa” de Shyamalan não interfira com uma história tão interessante. Fazendo deste filme mais uma adaptação mal feita de desenho/seriado/game/livro para as telas.

A estréia está prevista para julho de 2010. Até lá é dar tempo ao tempo..

Ps: Um ponto positivo que observei no trailer. Dá o parecer de que o símbolo dos dobradores de ar (a seta azulada) na cabeça raspada do garoto está fiel ao personagem do desenho da Nickelodeon.


Para maiores informações.
Site Oficial do Diretor, aqui.
Site Oficial do Filme, aqui.

19 de jun de 2009

Você está ilegal na sua profissão...porque tem um diploma de nível superior nela?

"Mais dia,
Menos dia.
Já sabia que levaria uma torta na cara!"

Isso era a frase de uma amiga minha, que trabalha como 'palhaço' da companhia Enfermeiros da Alegria me falava sobre o emprego dela e para uma enfermeira que dava plantão no Hospital Clóvis Sarinho (antigo Walfredo Gurgel). ao comentar dizendo que procurava um emprego estável enquanto participa dessa ação social. Só que, pensando de certa maneira, um emprego estável que durava a vida inteira, acontecia só na época do meu pai, hoje quase aposentado e de meus avôs já falecidos. Para qualquer um de nós, e pelas mais diversas razões pode ser demitido a qualquer hora e sem nenhum aviso prévio. Eu por exemplo, já fui demitido de dois empregos em minha vida e até hoje não sei o motivo pelo qual havia tal cargo, e eu não estou brincando.

Não estou dizendo que ninguém deva prestar concurso para tentar uma vida estável (pois eu também luto por isso). Nem que o foco desse texto seja essa causa desde texto. Mas pelo que acabei de ver nas grandes mídias, a profissão 'Jornalista' não é mais um pré-requisito para pessoas que queiram trabalhar com jornalistas, assessores de imprensa, fotógrafos e diagramadores (sendo essas últimas as áreas que mais gostava e almejo seguir). Essa decisão acabou de ser tomada essa semana pelo Superior Tribunal Federal (STF), por quatro votos a um, e por ser tomada pelo Supremo, não tem como recorrer desta decisão. (link da matéria aqui).

Acho que com isso, pessoas como eu, universitários de jornalismo e colegas profissionais que já atuam na área acabaram de levar uma torta na cara.Com essa decisão, fiquei imaginando: Será que os nossos jornais irão ficar lotados de pessoas 'aptas' ao serviço? Será que as pessoas que circularão nos jornais, revistas, assessorias e demais áreas estarão prepararar para escrever bem sobre um assunto? Será que realmente as vagas destinadas aos jornalistas serão 'bicos de alunos de direito', como ouvi de um professor desta mesma área há muito tempo na UFRN?

Se me lembro bem, o STF não acabou com a obrigatoriedade de um bom texto, onde você sinta a sua curiosidade aguçada e ativa pelas palavras ali escritas. Também não acabou com a bagagem cultural, onde a versatilidade de conteúdo faz com que aquilo que colocamos em nossas letras não sejam uma mera reprodução de um fato atual visto por qualquer pessoa, . Não extingiu a triagem e apuração, para separar o que é informação importante de um assunto da fofoca e balela diária que estamos subestimados a ouvir. E o mais importante de tudo,nãocom a credibiliadade do jornalista, pois aquilo que escrevemos é aquilo que respondemos, pois se assinamos uma matéria, estamos fazendo dela nossa arte, a nossa forma, dando o nosso toque pessoa.

Porque temer se o Superior Tribunal Federal acabou com a obrigatoriedade do diploma, se nenhum dos quesitos acima dependem necessariamente de um diploma de nível superior? Isso sinceramente não me abala, continuarei a lutar pelo meu diploma e dizer que fui a uma universidade me especializar naquilo que adoro fazer: Relatar histórias e fatos do cotidiano nosso de cada dia.

Nunca comentei que é preciso ser médico, físico, sociólogo, historiador, advogado etc. para escrever bem sobre um assunto. Há bons jornalistas que o fazem sem ter nenhum diploma. A minha defesa é que o simples fato de ser formado em Jornalismo não dá a ninguém mais ou menos condições para escrever a respeito daquilo. A obrigatoriedade da graduação em Jornalismo (e de uma pós, se possível) deve ser usada como um aprimoramento, e não como um quesito classificatório para um emprego.

Sou jornalista, sou foca, sou um gato curioso que sempre fuça o texto alheio querendo diversão e informação. Faço jornalismo porque gosto, e não por ter um canudo em mãos...
Agora, deixem eu tirar o chantilly do meu rosto e bola pra frente....

ps: Pelo que acabei de ler na Tribuna do Norte, parece que isso era apenas um 'pedaço' do iceberg...ou seja, cliquem aqui e confiram que muita coisa pode mudar.

11 de mai de 2009

1 Mês sem postar, e com muitas histórias a contar.

.
Quase 1 mês sem aparecer por estas bandas. E o interessante é que justamente nesse tempo sem postar aqui acontaceram tantas coisas que o limite máximo de palavras que o blogspot ofereçe não seria o suficiente. Provas de concurso, saídas com amigos, tiragens exageradas de uma gráfica, correria para pegar um currículo e diploma e um pequeno trabalho de Astro-Física que ajudei meu sobrinho a fazer.  Algumas coisas passam nesse meio tempo de percebo que a frase 'Quem não comunica, se trumbiqua' tem tanto valor.

Mas que tem maior peso, para mim, ainda foi uma certa viagem a Mossoró, é... quem diria... uma cidade tão 'quente' iria gelar esse blogueiro. E como o foco é esta viagem, escrevo com textos. Uma crônica sobre aquele lugar, e abaixo dele. Algumas imagens peculiares que reforçaram o texto, vejam...e boa leitura. Depois, voltaremos com a nossa programação normal. Se existisse alguma....



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A ALEGRIA QUE

HARMONIZA A SENERIDADE.

 

01 de maio de 2009

Natal, RN. - 6:25 da manhã.... dia nublado

Caro diário

E companheiro de batalhas e jornadas.

 

Hoje, poderei mudar muito os rumos de minha vida. A jornada que realizarei tão longe de meu segundo berço não será apenas para descansar e aliviar o stress da cidade grande. Se fosse este o motivo, faria aqui mesmo nessa casa ou nessa cidade, pois conheço lugares sumidos e distantes que o simples ver de um pôr-do-sol poderia deixar milhares de pessoas admirando aquele ‘milagre da vida’. Poderia me dedicar ainda mais a meus estudos ou trabalho e me tornar um melhor profissional, mas isso acabaria por aumentar o stress de minha alma que não clama experiência.

 Poderia ser até mesmo ter o domingo agradável com amigos em uma sessão de RPG da qual tanto gosto e jogo com meu Elfo Mago de nível 5 / Guerreiro de Nível 5 / Trovador da Espada de Nível 3. Seria com certeza divertido, porém a minha vida teria muita diversão, mas não o que anseio nesse momento. Conhecer a pessoa que talvez seja a ‘pessoa só para mim’, como diria o anime Chobits.

E essa viagem, a qual tanto anseio e me amedronta. O meu tipo de vida em busca de um sentimento, cujo mesmo que achava ter perdido a vontade de procurá-lo. Essa mesma emoção foi aquilo que quase me fez sentir o gosto sepulcral da morte e seu toque me convidado a entrar em uma escuridão. Mas esse mesmo sentimento é aquele que me faz ser diferente e a base da minha criatividade.

Sem esse mesmo sentimento, vindo da fonte de meus amigos e companheiros, ter acompanhado a dama morte e estar envolvido em seu manto negro. E não estar aqui escrevendo essa carta, aprendi a não usar mais esse sentimento contra ninguém, não mais o tendo por nenhuma pessoa. Até uma jovem de olhos negros, profundos e de um sorriso tão belo começou a minar minha resistência, e aquele clima mútuo de intimidade acabou nos aproximando até um desejar ver o outro nos olhos, até esse exato momento.

Será que atenderei as suas expectativas? Ela poderá pensar alguma coisa errada de minha pessoa? Será que seria bom ou ruim demais para essa garota que tanto me faz sonhar e a desejar a ter mesmo que por apenas um único momento, em um único abraço e em um único beijo fundi minha alma a sua? Tudo bem, essa última, mas é sempre bom exaltar o desejo de seu corpo e alma em palavras, nem que fique exagerado.

Então, antes de fechar esse notebook e guardar essa carta, espero que saiba o que estou fazendo. Que Gautama me ilumine, e minhas chamas queimem a centelha de minha alma. Pois a minha viagem atrás do sentimento perdido, espero começar nesse exato momento. E que desse momento, que mude muito a minha louca vida.

O sentimento perdido e esquecido de minha vida? Amor...

 

De um jovem Jornalista e Designer.

Lucas,o  Kyo

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Parte 1 – A caminhada do cinema.


             O som do despertador para acordar às 5 horas da manhã não fazia a mente do jovem kusanagi dormir. Até mesmo não conseguir fechar os olhos para a nova jornada que percorreria ainda amedrontara seus sonhos. Não sabia ao certo porque não conseguia dormir. Os seus olhos castanhos pareciam se tornar negros enquanto via aquele ponteiro do relógio chegar as 5 horas e 30 minutos.

“Será que atenderei as suas expectativas?”. Cretinas palavras, cada sopro de vida que seu corpo dava, mais seus olhos tentavam não controlar seus pensamentos. E menos o sono cada vez menos ousava pairar em sua mente. Mesmo no fim da noite anterior, o jovem Kyo ainda recebe a ligação de amigos para sair. Pegar um cinema para ver o filme “X-Men: Origns – Wolverine”, na tentativa de tirar aquela apreensão. Sair do cinema às 1 da manhã e voltar 2 km a pé para sua casa até mesmo o fazia rir e esquecer um pouco essa apreensão. Alguns achariam um programa de índio, mas para ele serviria para aliviar tanto seu stress de uma semana cheia de trabalho como a mente que ainda sonhara com o dia de amanhã.

“Olha só... o nosso amigo Kyo vai a Mossoró atrás de algo ou alguém?”, contestava Eduardo, um dos amigos do jovem Designer. O que em humor e piadas lhe faltava em tamanho. Um pequeno divertido que sempre adorava tirar sarro com o Kusanagi. “Não não, Little Wolf. Será apenas um dia de descanso”, ainda tentava enganar seu amigo, sem sucesso. Seu rosto um pouco vermelho e sem graça não enganava aquela pessoa de 1 metro e meio que ficara rindo a toda hora. E isso durou pelas quase 2 horas de caminhada que tivera.

Até chegando em casa, olhando o pequeno papel na mesa junto a seus óculos com uma mala toda pronta e organizada. De vez em quando olhava a bolsa para ver se matava esse tempo de insônia... sempre vendo as mesmas coisas.

“Roupas, Ok

“Presentes, Ok

“Itens de higiene e limpeza, Ok”

“Coisas de Otaku, lentes de contato e orelhas de gato, Ok.”

“Pôster do Kyo Kusanagi, Ok”

“Presente surpresa, Ok”

“Noteb...hummm”

           

“Não leve nada muito caro, se você perder na viagem”, ainda escutava seu pai falar alto enquanto fechava o portão, botava a bolsa nas costas e caminhava em direção ao terminal de ônibus. E enquanto subia para o ônibus, ainda observara um certo movimento no bairro da Ribeira, o seu bairro vizinho e Boêmio. Enquanto um grupo bem ‘chapado’ e sob forte efeito de álcool  subia no ônibus revelara que havia acontecido uma festa de forró naquele bairro. “Eu mereço...” ainda falava o jovem Kyo vendo uma das pessoas ser botada a fora pelo motorista do ônibus de tão alto estava o nível de sangue no álcool desta.

Trinta minutos. Tempo de chegada até o tênis preto tocar no chão da Rodoviária. Ainda esperava seus dois amigos chegarem atrasados na parada. Vendo uma pequena garotinha ser derrubada por uma roleta na rodoviária.

Agora não tinha mais volta, como nem ele mesmo desejava esse retorno. “Heaven or Hell, I’ve go to this unknow land”.           

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Parte 2 – Ônibus, Carros, Gatos, e uma pequena mulher.


O celular tocando as 9 horas da manhã, seguida de uma manhã carregado de nuvens cinzas dava um clima sombrio ao Pico do cabugi. Onde em um posto perto do lugar, um casal de gatos que corriam por aonde aquele garoto de cabelos grandes negros que chegava para lanchar em Lages e cada. Aquele clima de cidade do interior, um cenário verde e paradisíaco, fazia que o Kyo ver sua infância voltasse a seus olhos. Imagens de quando ele era apenas uma criança em uma bicicleta correndo pelas granas e estrada de asfalto e barro de Angra dos Reis - RJ. Como seu uma imagem projetada na sua cabeça o levasse de volta ao passado, a uma infância quase perdida.

Logo após a sua infância passar na sua cabeça, Lucas parava para olhar o casal que o acompanhava até Mossoró. Por um leve momento lembra-se da cena deles chegando quase atrasados para embarcar, onde vi a pequena garota ser quase derrubada pela roleta que acabara de passar, o que arrancou-lhe uma risada bem alta.‘Kyo, tu me paga por isso!’, ainda falava aquela pequena menina, seguido de um pequeno chute na perna do Kyo que pulava em uma perna só por quase 5 minutos.

Orphen e Ana realmente fazia um belo casal já faz um ano, o que em parte até causava uma certa inveja no Designer. Não saberia se em Mossoró conseguiria a mesma coisa... ou pelo menos, o mesmo desejo.

Era olhando aquela cena e voltando para o ônibus. Parecia que o jovem felino ficara admirado a cada pedaço que via no caminho, mesmo com os dedos ainda estalando enquanto a música “Poison” era harmonizada na minha mente. E nisso, ainda via aquele casal que o acompanhara para sua jornada a Mossoró se beijando. Aquele clima de amor até o fazia pensar se ele conseguiria isso. Tanto pensando e sonhando que nem percebia a presença do seu amigo Orphen chegando perto dele. Ele mesmo observara cada pedaço daquele lugar com uma certa imagem feminina na cabeça.

- Ainda apreensivo Kyo? Parece que seu olhar não fica quieto em nenhum lugar. Falava Orphen chegando perto da sua cadeira. - Um pouco Orphen, aquela sensação de não saber se apreenderei as expectativas de minha Joy-sama... Às vezes isso me vem à cabeça. Relatava Kyo olhando para a janela.

            Orphen ainda observara seu amigo, se a intenção era de mostrar cada pedaço de sensibilidade e tentar compreender o seu amigo, ele em parte estava tentando. Mesmo aqueles óculos também pareciam perceber como aquela viagem para seu amigo não era apenas um descanso semanal, mas sim uma chance que ele lutara há tempos. Mesmo recheados a brincadeiras como ‘Tenha medo’ até os faziam rir. Mas não dessa vez, onde ele percebia aquela certa apreensão em seu amigo. Isso era muito importante para ele.

E assim se procederam por quase 4 horas, mesmo com aquele trio falando besteira dentro do ônibus. Com só os olhos da pequena ‘Torta’, como era apelidada a namorada do Orphen, olhando aquela sequência alucinante de ‘Le Parkour’ (Filme de ação com perseguição tipo ‘polícia VS ladrão’). Tudo até chegar em uma cidade úmida, chuvosa e nublada. O que era estranho para Mossoró, já que ela chamada ‘carinhosamente’ pelos moradores de Inferno.

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         Parte 3 – Dois olhos negros


             Enquanto ainda chegava na casa do seu amigo Hilário, ainda observara e guardava sua bagagem no armário. Até mesmo levar o susto de um grande cachorro no quintal do seu amigo e ver aquele animal rosnar e pular na grade como se quisesse atacar aquele ser estranho que acabara de ver. Os pais do seu amigo Orphen até mesmo sorriam e achavam aquele novo morador com eles engraçado e prestativo, mesmo tendo suas horas de preocupação quando ficava prendado e dedicado em algo.

            Agora que chegara em Mossoró, Kyo lembrava de ligar para o povo da sua casa, só para dizer que acabara de chegar em plena forma. E também era hora de avisar a sua amada, que também o ‘gato já havia chegado a Mossoró city’. Bem, ao mesmo ouvir a voz dela no celular era empolgante e temeroso. Empolgante por saber que aquela voz logo seria ouvida pessoalmente, Temeroso por não saber como seria a reação de ambos ao se verem pela primeira vez.

            E logo chegando na casa, tratou de tomar um banho. Queria tirar aquele suor e cansado do corpo. Voltando ainda molhado e com uma bermuda e camiseta preta, estampando um desenho de uma valkyria nas costas da camisa. Ainda voltando para tomar café bem forte e olhando para frente, escutava aquela voz conhecida. Por um momento, a sua alma gelou. Sentiu sua mão por uma pequena fração de segundos perder a força e quase deixar aquela xícara que segurava com as duas mãos cair.

A rápida fraqueza do corpo percorreu sua alma que parecia ter ativado ao ouvir aquela voz bela e conhecida. Era ela, o jovem Kyo sabia quem acabara de chegar mesmo estando a 4 compartimentos de distância da casa. De perfil, usando uma jaqueta azul jeans e a calça de mesma cor. A mesma camisa listrada azul e amarela, quase tipo ‘enxaqueca’ e segurando um capacete azul na mão. Por um leve momento, o filme terminou de passar... e voltou a si, aquilo era real. A pessoa que ele desejava era real, e estava a sua frente, abraçando-a, sendo apertado e olhado por aquela garota de óculos retangulares.

As palavras e forças pareciam sumir de sua mente.

Ele estava vendo e sentindo um sonho a sua frente.

A sua garota... a sua ‘joy-sama’.

Tentava buscar uma palavra de sua boca, mas não conseguia. As emoções sufocavam suas palavras, mesmo querendo dizer um ‘finalmente... um sonho se realiza’ naquele momento apertado. Apenas queria sentir aquele calor corporal, aquele cheiro agradável que saia do seu corpo, que deixava os sentidos dos Kyo atordoados.

A coisa que mais o admirou: O mesmo sorriso bonito que ele admirava já falava que era tão lindo, cada detalhe daquela face faciais abrindo para aquele rosto vermelho e branco me olhando fazia Kyo ficar com o mesmo tom rubro na face. “Cara, há tempos eu não fico assim... mas, porquê eu fiquei sem graça na frente dela?”. O próprio Kyo se perguntava porque a sua espontaneidade estava indo embora, dando lugar a uma rubro muito incomum que ele sentia seu rosto queimar.

“Fala alguma coisa, Kyo... você não veio aqui para ficar calado”. Isso passava na cabeça dele enquanto via aqueles olhos negros envoltos nos óculos um pouco retangulares. Parecia que um filme ou sonho circulava na sua cabeça enquanto a via e escutava um grupo de amigos também chegando na casa. Cada um com a sua peculiaridade. Mas dois deles foram os que mais chamaram a atenção do Kyo. Jackie e Val Tsukino.

Jack, ou o cara da ‘moto mais harley que já vi’. Uma pessoa interessante e que tem um ódio mortal pelo ator Tony Jah, dos filmes Ong Bak 1 e 2 e com um gosto bem peculiar por Metal. Tanto ele como o Kyo foram ao último show do Iron em Recife e que comentavam as melhores cenas deste evento. A outra pessoa. Valéria, ou simplesmente ‘Val’ Tsukino. Uma garota cujo tamanho era menor que a namorada do Orphen, fã de sailor moon e também cheia de idéia puras e impuras em sua cabeça. Ela ainda a aprontaria umas resenhas com o jovem Kyo, pena que nem ele e nem era saberiam disso.

Aquele quarto com quase 10 pessoas parecia pequeno para abrigar tantas resenhas para o primeiro dia em Mossoró. Ainda tinha outras pessoas tirando a mais no lugar, como a Raí e um dos ‘Thiago’ deitados em uma rede falando coisas muito impróprias para menores de 18 anos. Como a posição ‘Bate-Estaca’ em um momento intímo até o seu objeto de estimação da amiga Raí, chamado carinhosamente de ‘Zeus’.

            Mesmo logo após isso, com todos conversando no quarto do Orphen. Teve uma sessão curta de anime para todos do quarto. Logo após isso, ainda observara sua Joy subindo em cima dele. Se deitando ao lado dele e gostando de apertá-lo em cada pedaço do seu corpo. ‘Meow... como é bom apertar... eh muito bom’, escutava cada vez que sentia aquelas mão lisas e brancas percorer o seu corpo.

            De repente, Kyo ainda olhava pelo vidro no Notebook sua amor subindo e deitando em cima dele, sentindo algo bem macio em suas costas e aquele cheiro tão agradável. Uma essência de maracujá ainda percorria suas narinas. O cheiro que ele tanto ouviu falar, e tão bom de se sentir. ‘Meow... que bom que você está aqui...’ Essa era uma das últimas palavras que o próprio Kyo ouvia. Se ainda não estivesse anestesiado com o calor e o cheiro.

“E que bom que pude ver para admirar esse dois olhos negros.”

Teria respondido, se não tivesse ainda anestesiado com aqueles olhos...

Sem ele perceber, ainda sentiu sua amor a montando, Sentir uma amazona querendo domar seu animal de estimação. Até isso lhe causara um grande choque “Hey! Meu cabelo não!” Ainda pensava o jovem Kyo. E mesmo vendo ela gostando de se divertir desse com ele. Ele mesmo resolveu bagunçar com essa piada, prendendo suas pernas as delas e não a deixando sair, se era para começar a animada bagunça, que fosse até o fim com isso. Tanto pelo lado dela, como pelo lado dele. O que arrancou algumas risadas do grupo.

            Se Kyo em algum momento imaginou que a sua joy-sama tinha alguma inocência, acabou de perder essa imagem. O que para ele não era uma coisa nada ruim.

 

PS: A casa do seu amigo Orphen tem 10 compartimentos, e a diferença que o Kyo se referiu acima era algo em torno de 50 a 70 metros. Ou seja, teve uma audição muito apurada para de uma simples conversa entre amigos ter reconhecido a voz de alguém.

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Parte 4 – A Rua das Motos e Praça onde os pombos atacam...


            O som das badaladas de um relógio antigo ressoava na cidade, marcando que já era 10 horas da manhã. O comércio do centro de Mossoró já começava com seus clientes e compradores entrando e saindo das lojas. Os corredores, becos, ruas e lugares movimentados nunca foi uma surpresa para Kyo. Cada rua daquela com grafite e pichações de times de futebol já havia se tornado uma rotina para aqueles olhos castanhos e curiosos por cada pedaço dessa nossa cidade. Até vinha um nome na cabeça. “Aventuras em Mossoró-City”.

Poderia ser um nome interessante. Se fosse uma cidade do interior, realmente...

            As peculiaridades de Mossoró era visto desde as ruas sem faixas pintadas no meio, o que ficaria difícil saber qual lado é esquerda e direita. As exageradas aplicações da Lei de Gerson no trânsito tenha vantagem em tudo). A rua das motos, onde um estacionamento é somente para motos e vendo um garoto e um senhor de idade lavando uma Bis preta. - É garoto, lavar moto aqui nessa cidade é um negócio muito bom... essa cidade é cheia de moto e essa rua aqui inteirinha é minha. Exclamada aquele velho homem de boné de uma empresa chamada São Geraldo mostrando a rua cheia de moto. Pelo menos 20, pela rápida observação do Kyo.

            Continuando a caminhar pela cidade, o grupo acaba passando por uma praça daquele centro da cidade bem próximo a uma igreja de estrutura gótica. Ao se aproximar daquela praça, dava para se ver uma grande quantidade de pombos e peixes em uma fonte próxima do lugar.’Aguardem um pouco pessoas, essa imagem eu tenho que tirar’, avisava o Kyo se afastando de Orphen e sua namorada entrando dentro daquela praça. O que o Kyo não imagiava era que, ao tirar uma foto daquele lugar. O flash assustou os pombos, que alçaram vôo, em direção ao lugar onde o Kyo que tomou um susto e quase cai naquele pequeno lago. - Essa praça deveria ter uma plaquinha: “CUIDADO: POMBOS SELVAGENS”. Pensara Kyo ainda correndo das aves e daquele lugar, o que arrancava risadas do Casal que o acompanhava.

            Ainda andando pelas ruas do Centro de Mossoró, entrando em um super-mercado, chamado pelos próprio Mossoróenses de ‘Hiper’. O refrigerante de Caju São Geraldo e a bebida “Gatão” foram os achado dessa passagem pelo estabelecimento. Porém, a busca mesmo era por uma certa cachaça. - Kyo, você tem que tomar Nabunda. Falava Hilário, rindo enquanto via os olhos do Kyo procurando a tal bebida. – É ela mesmo que estou procurando Orphen, a minha mô Joy me falou dessa bebida e queria ter uma foto dela. – Terminava agora, procurando entre os milhares de aguardente expostos na prateleira. Sem sucesso.

            A tarde ainda reservaria muitas coisas engraçadas, ver uma amiga, a Valéria, já estava na casa de Orphen esperando a nossa chegada. Logo após a campainha e um som de buzina de moto mostrando a chegada de mais dois amigos na casa.  Aquele clima de descanso e de folga com os amigos na casa do Orphen era divertido e dava para sentir essa vontade mútua naquela casa. Pessoas indo e vindo pela casa conversando e botando os assuntos em dia, cada pessoa indo para um lado da casa, falando e conversando sobre tudo e todos. E para os olhos de um observador como o Kyo, tinha tantos lugares para ficar que era difícil escolher um lugar.

            Até mesmo na cozinha, ver três garotas dentro deste espaço e só o Kyo de atrevido naquele lugar. Ainda pensando em ajuda-lás, até escutar duas pérolas das garotas, e perceber que a própria Joy falar que não tinha aptidão para essa área, o que fazia u ma pequena gota começava a escorrer da cabeça do Kyo, enquanto ele pensava – É, pelo visto eu terei que fazer a nossa comida se ficarmos juntos.

            Sem percebermos, já passava das 2 horas da tarde, Joy saia para pegar sua amiga Raí para trazer aquela casa onde todos se divertiam, todos riam, todos aprontavam piadas um com o outro. Com sessão de Anime em frente a um notebook e muitas frases de duplo sentido. Cada hora naquele lugar parecia ir embora em questão de minutos, quando todos vieram perceber. Já era quase 18 horas e todos ficaram pensando um lugar para ir a noite. Quando um lugar vem à cabeça de todos: West Shopping.

            Hora de definir como cada um iria, e que nesse momento o Kyo percebeu uma coisa até estranha e errada. Uma das mulheres, a Raí, em parte não queria ir. Em um curto tempo

            “Espero que as meninas consigam convencer a Joy a vir, me sentiria meio impotente perante isso”. Pensava enquanto eu e Jackie pegávamos a estrada até ia de moto até o West Shopping. Sendo os primeiros a chegar naquele lugar e ainda andando pelo Shopping, Kyo começara a pensar em procurar algo, um coisa que dama adorasse. E como uma lâmpada de 100W acendendo na sua cabeça, logo as palavras “Diamante Negro” vieram a cabeça: O vício em comum dele e de sua amada. Queria dar um presente a ela, mesmo sentindo que ela saira da sua casa com uma leve Aura de tristeza, acho que talvez não tenha sido apenas eu que percebi.

            West Shopping, ou simplesmente um lugar para comer sushi a vontade. Ainda olhando as meninas colocando aquela torre feita com 3 capacetes abaixo da mesa, Saindo para comer.

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Parte 5 – A rede que balançava demais.


            Anjo e Demônio habitam um mesmo corpo. Quando o Kyo via a sua amada Joy saindo para o banho, ele ainda via com o seu lado Devil ainda o atiçando e dizendo ‘Olha lá Kyo... que belo r...’, voltando a si e corando por aquele pensamento pervertido. Ainda vendo, observara com os seus olhos devoradores o texto que a sua amada o deixou. Uma história de uma personagem do Anime Naruto, Kurenai. Contando uma curta história dela e seu envolvimento com o personagem Azuma Saturobi. Uma pessoa bem direta em seus argumentos e que era afim da personagem principal.

            Enquanto ficava lendo aquele conto de 5 páginas, escutava uma voz feminina falando perto dos seus ouvidos. - Kyo, porque você deseja tanto a Joy? Perguntava Ana, com aquele olhar curioso enquanto via aquelas letras em frente ao pc. – Você é tão carinhoso, um pouco divertido e legal. Mas essa sua serenidade... até acho que as vezes não gosta ou tem medo dela. As vezes vejo um armadura em torno de você

            - Na verdade Torta, eu acho que sou assim mesmo, gosto de mulheres difíceis. – Sorrindo, ainda continua a explicar. -  E a Joy eu sempre admirei pelo seu tipo de ser: Divertida, gostamos das mesmas coisas, divertimos um com o outro e ambos tiveram uma história de vida quase igual. – e ainda suspirando depois de ficar vermelho, complementa.  – Acho que somos o Yin-Yang, um o oposto do outro, mas que se entendem e tem sentimentos mútuos. Eu adoro o seu jeito divertido e cativante, e ela adora esse meu jeito ‘felino’ de ser, Meow!!!

            Aninha olhando com a cabeça de lado, como se uma interrogação fosse surgir de seu cabelo a qualquer hora. O que deixava o Kyo rindo da cara de confusa dela e saindo pegando uma toalha para tomar banho - Algumas atitudes não precisam ser explicadas, apenas sentidas Torta. É a mesma sensação que você sente quando está com o Orphen. Eu estou sentindo a mesma coisa com a Joy. – completava Kyo enquanto via sua amiga começar a compreender. Depois, ainda Joy voltando e armando uma rede perto dos amigos.

            - Porque vocês não dormem juntos? Falava Aninha com um sorriso inocente nos lábios. E olhar aquele sorriso no Rosto da Ana fazia o Kyo já saber sua intenção. Ver o Kyo vermelho parecia começar a ser a diversão dele.

            “Realmente, porque não?”

            Essas palavras quase saiam da boca do Kyo, mas acho que ele não era o único a se sentir daquele jeito. Ambos já se entendiam e se gostavam, mas ainda não eram íntimos a esse ponto. Poderia ser um primeiro passo, mas o próprios Kyo sabia que ele não iria querer forçar algo, se ele fosse querer fazer isso, faria somente se a própria Joy quisesse. Só desejaria essa vontade se a sua bela Kurenai desejasse a companhia desse Uchiha de olhos vermelhos.

            E assim, tiveram o seu primeiro beijo. Em certo momento, até um desejo circulara o corpo do Kyo. Sentia chamas em si novamente, as mesmas chamas que ele achava que tinha perdido, as mesmas chamas de um beijo ardente e amoroso. Ainda viajava nisso mesmo após aquele beijo. Sentia que iria queimar, e uma luta entre respeito e ímpeto.

            Uma luta difícil de vencer,que quase não o fazia dormir em sua própria rede.

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  Parte 6 – A despedida Fail e o retorno ao berço.


Orphen: “Kyo, essa viagem valeu a pena para você?”

Kyo: “Se valeu a pena ou não Orphen, não será eu quem direi isso, e sim a pessoa que adorei conhecer aqui. Mas se queres a minha resposta, eu digo: Valeu muito a pena!!’

            Em algum lugar, seus sonhos e seus sorriso não se encontravam ao responder essa curta frase. Mesmo enquanto via seus olhos ficarem úmidos de felicidade enquanto seu amigo o convidara para entrar em sua casa. No mesmo momento que Hil observara o rosto do Kyo ficar vermelho enquanto voltava para entrar em sua casa. Bem, só tinha um pequeno problema: Meu horário de embarque era exatas 5 horas.

E mesmo entrando em contato com isso, nada melhor que rir um pouco com os outros desse pequeno problema. Principalmente a Val que me iria agora ter que aturar o jovem Kyo um tempo em sua casa. Regados a um poço de bolo, risos e fio de computador. Aquelejovem Designer arrumada calmamente o computador de sua amiga, olhando aos poucos fotos antigas dela e outras pessoas. Até mesmo viu a sua amada mais nova, com um fantasia da personagem Videl, de Dragon Ball Z. – Essa aí era eu e era em bons tempos Kyo, nossos primeiros cosplays – falava Valéria enquanto ria apresentava uma roupa de Sailor Moon.

Olhem só, a Val era uma antiga vizinha de Bairro do Kyo, era moradora do bairro das Rocas. Ela é uma ‘Rockeira’. O que levantou risos de ambos os otakus que tomavam sopa e falavam sobre tudo e mais um pouco.  Antes de sair da casa da Val. Ela ainda me dá um dos seus desenhos, uma personagem loira com olhos azuis. Apresentando traços de uma personagem de Sailor Moon: Neo Queen Serenity. Enquanto olhava aquelas três meninas saindo... e ainda com um leve sorriso fixado e gravado em sua mente.

Se a chegada pode não ter sido tão bela como eu imaginaria, pelo menos na despedida. E antes, ainda... Veio aquele silêncio. Um abraço, um olhar, e um beijo pedido. Queria sair dali com aquele mesmo gosto da última noite, o gosto do beijo que o jovem Kyo adorou roubar de sua amada, a sua ‘Joy-sama’. Agora, era tempo de ir apresadamente de volta para casa. Tão rápido como chegou a esta cidade como tão rápido para sair dela. O seu ônibus quase saia sem ele a ponto do Kyo ter que avançar atrás dele.

            Olhava a noite cheia de estrelas, mas sem uma lua. Era semana de lua Nova, e a ausência de uma Lua ainda lhe via a cabeça pensando se o brilho dela poderia influenciar isso. “Obrigado buddha, por ter iluminado meus passos. Agora eu apenas posso dizer que, se valeu a pena. Apenas eu e essa pessoa poderá dizer isso.” Pensavava o Jovem Kyo, enquanto sentava em sua poltrona. Olhando o número 30 na janela e abrindo seu note-book. De repente, uma leve idéia lhe veio a cabeça: escrever uma crônica. Algo que marcasse esse dia, de como um ato e uma atitude de alguém mudou toda a forma de pensar e agir de uma pessoa. A forma antípoda de pensar e viver de alguém, alterando o comportamento do outro.

Como um simples sorriso e presença mudou alguém.

Uma crônica de uma simples frase.

A ALEGRIA QUE HARMONIZA A SENERIDADE.